Oh! Amor turbulento, oh! Ódio amante que nada surge de lugar algum! A claridade, pura vaidade o chãos uniforme das formas definidas...
Como pude perder-me em seus lábios, dois peregrinos corados... Assim dos meus lábios, pelos vossos, se redime o meu pecado. O maior pecado de amar-te.
Exceda o orgulho, e vos dará aptidão de amar. Visto que de provas não cai nunca o que é forte. Mas vendo as estrelas longe de ti minha alma chora. Oh! Coração amante, esta cheio de dor. Oh! Dor. Porque estive a beijar-te. Tocai-me fundo em pureza e verdade.
Amizade semelhante a sentimento de carinho, mas e o amor que eu sinto por vós? Tu não sentisses nada por mim e nunca sentirias? Oh melancolia que não sairás de m’ alma. Só de pensardes que não o terei.
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que poderia ser nosso pelo simples medo de tentar. Por que, não tentaste?... Se deres lado para o medo, ele sacrificará vossa vida.
Desordenado estás, buli sua mente frágil e confusa... Não era, meu desígnio, mas vós buliu meu pensamento veemente.
Minha imagem sensível em feição engrandeceu a foto, com o sorriso mais primoroso, e vos encantastes. Observando-a em ocasiões onde o seu mim e seu eu se encontram. Deixando-lhe confuso.
Oh! Crepúsculo fútil, que só me faz lembrar-te de ti, dos momentos que passamos dos beijos que demos.
O ultimo toque de nossos peregrinos lábios levaram-me ao céu, e sei que vós sentires o mesmo. Pois a veemência foi inexplicável.